Hebergeur d'Images Gratuit
“Como a abelha que colhe o mel de diversas flores, a pessoa sábia aceita a essência das diversas crenças e vê somente o bem em todas as religiões”

25 de mar. de 2011

Filmes Para Assistir e Refletir-Parte 2

Mãos Talentosas 

EUA - "Benjamin Solomon Carson nasceu em Detroit, Michigan, em 18 de setembro de 1951. Sua mãe, Sonya Carson, largou a escola no terceiro ano e casou-se com Robert Solomon Carson, um ministro batista do Tennessee bem mais velho do que ela, que tinha apenas 13 anos. Quando Carson estava com 8 anos, os pais se separaram. Mrs. Carson ficou sozinha para cuidar de Benjamin e seu irmão mais velho, Curtis. Ela trabalhava em 2, e às vezes 3, empregos para sustentar seus meninos.

No início Carson experimentou dificuldades na escola, eventualmente tornando-se um dos últimos da turma. Ele passou a ser ridicularizado e desenvolveu um temperamento violento, que tinha dificuldade de controlar. Determinada a mudar o comportamento do filho, a mãe de Carson limitou as horas que o menino passava diante da TV. Exigiu que retirasse 2 livros por semana na biblioteca e fizesse um resumo por escrito de cada um. As notas de Carson começaram a mudar. "Nesse momento eu percebi que não era estúpido", ele lembrou depois.

Carson formou-se com louvor no Ensino Médio e ganhou uma bolsa para a Universidade de Yale, onde graduou-se em Psicologia. De Yale, ele passou para a Escola de Medicina da Universidade de Michigan, onde seu interesse mudou de psiquiatria para neurocirugia. " (Wikipedia)

"O Dr. Ben Carson entrou para a história da medicina no ano de 1987 ao separar gêmeos siameses unidos pela cabeça. Atualmente, Carson é diretor da Divisão de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland."

"Mãos Talentosas" conta essa história de superação de dificuldades a partir do apoio de uma devotada mãe. A senhora Carson insistiu para que os filhos tivessem oportunidades que ela não teve. Ajudou-os a expandir a imaginação, inteligência, confiança em si mesmo e em Deus, acima de tudo. É um desses exemplos de vida que merece ser divulgado.


Anjo De Vidro
 
Numa noite qualquer de natal, em que os presentes já não são mais entregues pela carruagem do papai Noel e a meia-noite não tem mais nenhum mistério, vivema lgumas almas solitárias em busca de perdão, de amor e de certezas que só podemaparecer com a esperança. Rose é uma mulher madura e divorciada que vive apenas em função de sua mãe que tem Alzheimer. Nina precisa decidir se vai se casar com Mike, um policial pra lá de ciumento. E Mike quer entender o que acontece com Artie, o dono da cafeteria que freqüenta e que diz ser sua alma gêmea. 
 Mar Adentro

Baseado na história real de Ramón Sampedro, o filme retrata a luta de um homem – nascido em uma pequena vila de pescadores na Galícia – para dar um fim a sua própria vida. Na juventude, Ramón sofreu um acidente que o deixou tetraplégico e preso a uma cama por 27 anos. Com uma lucidez e inteligência cativante, Ramón lutou na justiça pelo direito de decidir sobre a sua vida, o que gerou vários conflitos com seus familiares, com a igreja, com a sociedade.


Coisa que você pode dizer só de olhar para elas


Coisas que Você Pode Dizer Só de Olhar para Ela explora momentos íntimos dentro de vidas específicas. O filme é sobre as tantas coisas que não podemos dizer apenas olhando para o rosto de uma pessoa. Ele se passa em San Fernando Valley, Los Angeles. A história é composta de cinco vinhetas entrelaçadas e se concentra num grupo específico de homens e mulheres cujas vidas - durante o curso de alguns dias - serão entremeadas, corroídas, enriquecidas e alteradas para sempre.

A detetive Kathy Faber chega na cena de um crime e se dá conta que a vítima é uma antiga conhecida, Carmen, que aparentemente cometeu suicídio. Mais tarde, veremos essa mesma Carmem quando era viva e no momento em que cruza seu caminho desapercebidamente com as outras mulheres cujas histórias são contadas no filme.

A Dra. Elaine Keener está passando o dia em casa, cuidando de sua mãe idosa. Ela gosta de um colega que não retorna suas ligações. Atormentada por essa obsessão romântica, Elaine procura uma cartomante, Christine, que lhe aconselha um caminho a seguir.

Rebecca Weyman é gerente de banco e amante de um homem casado. Ela descobre que está grávida e não sabe se vai ou não ficar com o bebê, mas não recebe nenhum apoio do outro lado. Enquanto enfrenta esse momento crítico de decisões difíceis, ela acha consolo envolvendo-se com seu assistente, Walter, e em uma relação estranha com uma hostil sem-teto.

Rose quer ser escritora de livros infantis e é a mãe de Jay, um garoto de 15 anos. Ela inicia uma amizade com seu novo vizinho, um anão, com quem rapidamente desenvolve sentimentos românticos e maternais. Ela esconde a verdadeira natureza desses sentimentos de seu filho, que já tem uma vida sexual bem mais ativa do que ela imagina.

A mulher que lê as cartas para a Elaine, Christine, mora com sua amante, Lilly, que está com uma doença terminal. Christine é uma boa conselheira para os outros, mas uma negação ao enfrentar a perda iminente de sua namorada. Ela se fechou para Lilly, uma pessoa afetuosa que está desesperada para fazer contato e que tem bem menos medo do que a cartomante.

A detetive Kathy Faber mora com sua irmã, Carol, uma professora cega da linguagem Braille. Carol sabe que é muito atraente para os homens e, no momento, está saindo com Walter, o assistente de gerência do banco. As irmãs especulam sobre os motivos do suposto suicídio de Carmen - e Carol está convencida que ela era uma boba que se matou por causa de um homem. Kathy é intimidada pela beleza de sua irmã e por seu duro senso de humor, mas acaba descobrindo que é tudo uma barreira para encobrir sua fragilidade, tão intensa quanto era a de Carmen.

                            Crash No Limite
O encontro de diferentes personagens nas ruas de Los Angeles: uma dona de casa e seu marido, um promotor público da alta sociedade, um lojista persa, um casal de detetives de polícia, ele afro-americano e ela latina, que são amantes, um diretor de tv e sua esposa afro-americanos, um mexicano, dois ladrões de carros, um policial novato e um casal de coreanos de meia-idade. Todos vivendo em Los Angeles, cada um com sua própria história e, nas próximas 36 horas irão se encontrar. Um filme que prende até o último instante e nos faz refletir a sociedade atual, ficamos perplexos diante a tela e nos perguntamos até que ponto nós conhecemos? Até que ponto pré julgamos? Talvez Crash tenha a resposta, falta tolerância, falta saber viver com as diferenças, ou aceitarmos as diferenças e por essa e outras indagações é que Crash é o ótimo Filme! 
 

24 de mar. de 2011

Longa "As Mães de Chico Xavier" estréia nos cinemas em 1º de Abril de 2011




As Mães de Chico Xavier

Três mães vêem suas vidas mudarem completamente... São elas: Ruth, que tem um filho adolescente com problemas sérios relacionado às drogas; Elisa, que tenta compensar a ausência do marido se dedicando integralmente ao seu filho; e Lara, uma professora que passa por um dilema após uma gravidez não planejada. Estas três mulheres vivendo experiências tão fortes e distintas encontrarão o conforto através do médium Chico Xavier.
 
Elenco

Nelson Xavier (Chico Xavier), Herson Capri (Mário), Caio Blat (Karl), Via Negromonte (Ruth), Tainá Muller (Lara), Vanessa Gerbelli (Elisa), Neuza Borges (governanta), Paulo Goulart Filho (Cassiano), Daniel Dias (Raul), Joelson Medeiros (Guilherme), Gabriel Pontes (Theo), Christiane Góis (Lica), Gustavo Falcão (Santiago), e Silvia Bonet (Yvonne).

Ficha Técnica:

As Mães de Chico Xavier (ficção, longa-metragem, 35mm)

Direção: Glauber Filho e Halder Gomes

Produtor: Luis Eduardo Girão

Produtor-Executivo: Sidney Girão e Leonardo Leal

Produtor Associado: Gerson Sanginitto e Ric Halpern

Trilha Sonora: Flavio Venturine

Direção de Arte: Fábio Vasconcelos

Diretor de Fotografia: Carina Sanginitto

Diretora de Produção: Dayane Queiroz

Efeitos Especiais: Marcio Ramos

Produção Executiva: Amaury Candido e Flavio Ferreira

Som Direto: Alfredo Guerra

Produção: Estação Luz Filmes

Co-produção: ATC Entretenimento, Lighthouse e Associação Estação da Luz

22 de mar. de 2011

Chico Xavier foi a reencarnação de Kardec?





Por:
Carlos Baccelli
Os motivos que me levam a uma convicção pessoal de que Chico Xavier tenha sido a reencarnação de Allan Kardec  tão numerosos e distintos são que passarei a expor alguns deles, sem o menor propósito de polemizar em torno do assunto.
  1. Tendo convivido com o médium por mais de 25 anos, não observei diferença significativa entre a sua personalidade e a do Codificador. Consideremos, segundo nos é dado depreender das informações prestadas pelos principais biógrafos de Kardec e dos escritos de sua própria lavra, que ambos eram, quando necessário, austeros e amáveis, determinados e bons.
  2. Chico Xavier – creio que todos concordam a respeito – foi o legítimo continuador de Kardec, no que tange ao desdobramento da codificação e à tarefa de difundi-la, através da palavra e do exemplo.
  3. Após o 2 de Abril de 1910, data do nascimento de Chico, o espírito de Allan Kardec não mais estabeleceu, ele mesmo, qualquer contato mediúnico confiável com os encarnados.
  4. O Espírito Verdade, coordenador espiritual de imensa equipe que o assessorava e um dos seus Protetores, havia lhe informado, em mais de uma ocasião, que, dentro de pouco tempo, ele tornaria a reencarnar para dar seqüência à obra encetada.
  5. O próprio Kardec, elaborando os cálculos, deduziu que a sua volta à Terra se daria no final daquele século ou no começo do outro.
  6. Chico Abraçou a mediunidade aos 17 anos de idade; os Espíritos haviam dito a Allan Kardec que, quando ele voltasse à Terra seria em condições que lhe permitissem trabalhar desde cedo.
  7. Emmanuel, um dos Espíritos Codificadores, foi ao lado do Dr. Bezerra de Menezes e tantos outros, o coordenador da tarefa mediúnica de Chico Xavier.
  8. O Mentor da “Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas” fundada por Kardec era São Luis; o do Centro Espírita de Pedro Leopoldo, fundado por Chico Xavier, é São Luis Gonzaga.
  9. Se Chico não foi a reencarnação do Codificador, conclui-se naturalmente que ele não reencarnou e que, portanto, o Espírito Verdade se enganou no que lhe disse, o que – convenhamos – colocaria em questão a sua condição espiritual.
  10. Se a espiritualidade superior tivesse mudado de planos – o que é inconcebível, depois de anunciá-los -, porque o grande silêncio de Allan Kardec, através da maior antena psíquica do século: Chico Xavier?
  11. Chico, com freqüência, se referia a Jesus e aos Espíritos amigos, mas pouco mencionava o nome de Allan Kardec.
  12. Para os íntimos, Chico revelava um conhecimento da vida do Codificador que não encontramos em nenhuma de suas biografias. Contou a mim e a outros, por exemplo, que um de seus sobrinhos, após o seu desenlace, entrou na justiça reivindicando parte dos direitos autorais das obras da Codificação, o que, segundo o médium, atrasou a divulgação da Doutrina em 50 anos: Coincidência ou não, Chico teve um sobrinho que lhe criou sérios problemas, em caluniosa difamação plenamente infundada.
  13. Chico não se casou e, embora Kardec tenha se consorciado, segundo o médium, ele e D. Amélie Gabrielle Lacomb Bouded, que era 9 anos mais idosa do que ele, cultivavam um amor puro: ela nutria por ele verdadeiro zelo maternal. Isto me foi dito pelo próprio Chico, conforme a Dra. Marlene Rossi Severino Nobre, que também estava presente na ocasião, escreveu em um artigo da “Folha Espírita”.
  14. Outras “coincidências” nos fazem pensar: Kardec desencarnou em 31 de março e foi sepultado no dia 2 de abril, data do nascimento de Chico Xavier, tendo o seu corpo ficado exposto à visitação pública durante 48 horas; o mesmo pedido foi feito por Chico Xavier aos seus amigos.
  15. Era hábito de Kardec efetuar doações financeiras a amigos em dificuldades, encaminhando-as em nome dos Bons Espíritos; o mesmo fazia Chico Xavier, inclusive empregando a mesma terminologia do Codificador. Diga-o quem, neste sentido, tenha sido beneficiado pelo médium.
  16. Existem fotos de Kardec e Chico que poderiam ser sobrepostas, tal a semelhança de postura entre os dois; é espantosa a semelhança revelada entre as mãos de um e de outro, além do costume de Chico sempre usar paletó, mesmo sendo o Brasil um país de clima tropical.
  17. Em Uberaba, e acreditamos em outras cidades, vários médiuns confirmavam que Chico era a reencarnação de Allan Kardec, inclusive notável medianeira Antusa Ferreira Martins, que era surda-muda e analfabeta, portanto incapaz de ser influenciada por especulações neste sentido.
  18. Entre os que contestam ser Chico a reencarnação de Kardec, há os que afirmam que o Codificador não teria sido tão tolerante quanto Chico o foi com o que lhe sucedia ao redor, envolvendo irmãos de ideal e outros, esquecendo-se de que, em “Obras Póstumas”, o Codificador não hesita ao confessar que a “Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas” havia se transformado em um foco de intrigas contra ele e que enfrentara inúmeros dissabores inclusive traição.
  19. Chico jamais confirmou ser a reencarnação de Allan Kardec; ao contrário quando não fazia questão de negá-lo, inclusive em entrevistas, respondia reticentemente em torno do assunto.
  20. Poderiam, perfeitamente, ser de Chico Xavier as seguintes palavras de Allan Kardec: “Sentia que não tinha tempo a perder e não perdi; nem em visitas inúteis, nem em cerimônias estéreis. Foi a obra de minha vida. Dei-lhe todo o meu tempo, sacrifiquei-lhe o meu repouso, a minha saúde, porque diante de mim o futuro estava escrito em letras irrecusáveis.
  21. Chico e Kardec eram assim: “Aos domingos – escrevia ainda Leymarie -, sobretudo nos últimos dias de sua vida, convidava amigos para jantar em sua Vila Ségur (Chico os convidava aos sábados, para almoçar). Então, o grave filósofo, depois de haver batido os pontos mais difíceis e mais controvertido da Doutrina, esforçava-se para entreter os convidados. Mostrava-se expansivo, espalhando bom-humor em todas as oportunidades”.
  22. Kardec e Chico, acima de tudo, tinham e têm um acendrado compromisso com o Evangelho de Jesus, em sua obra e em sua vida.
Ao terminar, esclareço que, sendo adepto de uma doutrina de livre expressão, qual é o Espiritismo, reivindico para mim o direito de pensar como penso e deixo exarado neste testemunho, sem, evidentemente, negar a qualquer outro o direito de discordar de minhas convicções, sem que me sinta, necessariamente constrangido a transformar o assunto em polêmica sem proveito, com responder a objeções que o tempo, e somente o tempo, haverá de fazer.
Matéria contida na revista “Goiás Espírita” Ano7 – nº 23 – 2003.

21 de mar. de 2011

DOM HELDER CAMARA MANIFESTA-SE COMO ESPÍRITO:



Recentemente foi lançado no mercado cultural um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído, justamente, ao Espírito Dom Helder Câmara, bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife, desencarnado no dia 28 de agosto de 1999 em Recife, Pernambuco.
É do conhecimento geral, principalmente dos católicos brasileiros: Dom Elder Câmara foi um dos fundadores da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e grande defensor dos direitos humanos durante o regime militar brasileiro, cuja luta, nesse processo político da nossa história, o notabilizou no mundo todo, como uma das figuras mais expressivas do século XX, na defesa dos fracos contra a tirania dos fortes e dos pobres contra a usura dos ricos.
Pregava uma igreja simples voltada para os pobres e a não-violência. Por sua atuação, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Foi indicado quatro vezes para o prêmio Nobel da Paz.
Em 1969 - Doutor Honoris Causa, pela Universidade de Saint Louis, Estados Unidos. Este mesmo título foi-lhe conferido por diversas universidades brasileiras e estrangeiras: Bélgica, Suíça, Alemanha, Holanda, Itália, Canadá e Estados Unidos. Foi intitulado cidadão honorário de 28 cidades brasileiras e da cidade de
São Nicolau, na Suiça e Rocamadour, na França.
Recebeu o prêmio Martin Luther King, nos EUA e o prêmio Popular da Paz, na Noruega e diversos outros prêmios internacionais.
Por isso, o livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom Helder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as outras religiões. Marcelo Barros secretariou Dom Helder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados.
Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do Espírito Dom Helder, reconhecendo a autenticidade do comunicante, pela originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira, toda a fé necessária como o Imprimatur do Vaticano. É importante destacar, ainda, que os direitos autorais do livro foram divididos em partes iguais, na doação feita pelo médium, à Sociedade Espírita Ermance Dufaux e ao Instituto Dom Helder Câmara, de Recife, o que, aliás, foi aceito pela instituição católica, sem nenhum constrangimento.
No prefácio do livro aparece também o aval do filósofo e teólogo Inácio Strieder e a opinião favorável da historiadora e pesquisadora Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados a Igreja Católica. Conforme eles mesmos disseram, essa obra talvez não seja uma produção direcionada aos espíritas, que já convivem com o fenômeno da comunicação, desde a codificação do Espiritismo; mas, para uma grandiosa parcela da população dentro da militância católica, que é chamada a conhecer a verdade espiritual, porque "os tempos são chegados"; estes ensinamentos pertencem à natureza e, conseqüentemente, a todos os filhos de Deus.
A verdade espiritual não é propriedade dos espíritas ou de outros que professam estes ensinamentos e, talvez, porque, tenha chegado o momento da Igreja Católica admitir, publicamente, a existência espiritual, a vida depois da morte e a comunicação entre os dois mundos.
Na entrevista com Dom Helder Câmara, realizada pelos editores, o Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida espiritual:


Dom Helder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?

Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico, continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da humanidade.

Do outro lado da vida o senhor tem alguma facilidade a mais para realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento, ou ainda encontra muitas barreiras com o preconceito religioso?

Encontramos muitas barreiras. As pessoas que estão do lado de cá reproduzem o que existe na Terra. Os mesmos agrupamentos que se formam aqui se reproduzem na Terra. Nós temos as mesmas dificuldades de relacionamento, porque os pensamentos continuam firmados, cristalizados em determinados pontos que não levam a nada. Mas, a grande diferença é que por estarmos com a vestimenta do espírito, tendo uma consciência mais ampliada das coisas podemos dirigir os nossos pensamentos de outra maneira e assim influenciar aqueles que estão na Terra e que vibram na mesma sintonia.

Como o senhor está auxiliando nossa sociedade na condição de desencarnado?

Do mesmo jeito. Nós temos as mesmas preocupações com aqueles que passam fome, que estão nos hospitais, que são injustiçados pelo sistema que subtrai liberdades, enriquece a poucos e colocam na pobreza e na miséria muitos; todos aqueles desvalidos pela sorte. Nos juntamos a todos que pensam semelhantemente a nós, em tarefas enobrecedoras, tentando colaborar para o melhoramento da humanidade.

Como é sua rotina de trabalho?

A minha rotina de trabalho é, mais ou menos, a mesma. Levanto-me, porque aqui também se descansa um pouco, e vamos desenvolver atividades para as quais nos colocamos à disposição. Há grupos que trabalham e que são organizados para o meio católico, para aqueles que precisam de alguma colaboração. Dividimo-nos em grupos e me enquadro em algumas atividades que faço com muito prazer.

Qual foi a sua maior tristeza depois de desencarnado? E qual foi a sua maior alegria?

Eu já tinha a convicção de que estaria no seio do Senhor e que não deixaria de existir.

Poder reencontrar os amigos, os parentes, aqueles aos quais devotamos o máximo de nosso apreço e consideração e continuar a trabalhar, é uma grande alegria. A alegria do trabalho para o Nosso Senhor Jesus Cristo.

O senhor, depois de desencarnado, tem estado com freqüência nos Centros Espíritas?

Não. Os lugares mais comuns que visito no plano físico são os hospitais; as casas de saúde; são lugares onde o sofrimento humano se faz presente.
Naturalmente vou à igreja, a conventos, a seminários, reencontro com amigos, principalmente em sonhos, mas minha permanência mais freqüente não é na casa espírita.

O senhor já era reencarnacionista antes de morrer?

Nunca fui reencarnacionista, diga-se de passagem. Não tenho sobre este ponto um trabalho mais desenvolvido porque esse é um assunto delicado, tanto é que o pontuei bem pouco no livro. O que posso dizer é que Deus age conforme a sua sabedoria sobre as nossas vidas e que o nosso grande objetivo é buscarmos a felicidade mediante a prática do amor. Se for preciso voltar a ter novas experiências, isso será um processo natural.

Mediunidade - Qual é o seu objetivo em escrever mediunicamente?

Mudar, ou pelo menos contribuir para mudar, a visão que as pessoas têm da vida, para que elas percebam que continuamos a existir e que essa nova visão possa mudar profundamente a nossa maneira de viver.

Qual foi a sensação com a experiência da escrita mediúnica?

Minha tentativa de adaptação a essa nova forma de escrever foi muito interessante, porque, de início, não sabia exatamente como me adaptar ao médium para poder escrever.

É necessário que haja uma aproximação muito grande entre o pensamento que nós temos com o pensamento do médium. É esse o grande de todos nós porque o médium precisa expressar aquilo que estamos intuindo a ele. No início foi difícil, mas aos poucos começamos a criar uma mesma forma de expressão e de pensamento, aí as coisas melhoraram. Outros (médiuns) pelos quais tento me comunicar enfrentam problemas semelhantes.

Foi uma surpresa saber que poderia se comunicar pela escrita mediúnica?

Não. Porque eu já sabia que muitas pessoas portadoras da mediunidade faziam isso. Eu apenas não me especializei, não procurei mais detalhes, deixei isso para depois, quando houvesse tempo e oportunidade.

Imaginamos que haja outros padres que também queiram escrever mediunicamente, relatarem suas impressões da vida espiritual.

Por que Dom Helder é quem está escrevendo?

Porque eu pedi. Via-me com a necessidade de expressar aos meus irmãos da Terra que a vida continua e que não paramos simplesmente quando nos colocam dentro de um caixão e nos dizem "acabou-se". Eu já pensava que continuaria a existir, sabia que haveria algo depois da vida física. Falei isso muitas vezes. Então, senti a necessidade de me expressar por um médium quando estivesse em condições e me fossem dadas as possibilidades. É isto que eu estou fazendo.

Outros padres, então, querem escrever mediunicamente em nosso País?

Sim. E não poucos. São muitos aqueles que querem usar a pena mediúnica para poder expressar a sobrevivência após a vida física. Não o fazem por puro preconceito de serem ridicularizados, de não serem aceitos, e resguardam as suas sensibilidades espirituais para não serem colocados numa situação de desconforto. Muitos padres, cardeais até, sentem a proteção espiritual nas suas reflexões, nas suas prédicas, que acreditam ser o Espírito Santo, que na verdade são os irmãos que têm com eles algum tipo de apreço e colaboram nas suas atividades.

Como o senhor se sentiu em interação com o médium Carlos Pereira?

Muito à vontade, pois havia afinidade, e porque ele se colocou à disposição para o trabalho. No princípio foi difícil juntar-me a ele por conta de seus interesses e de seu trabalho. Quando acertamos a forma de atuar, foi muito fácil, até porque, num outro momento, ele começou a pesquisar sobre a minha última vida física. Então ficou mais fácil transmitir-lhe as informações que fizeram o livro.

O senhor acredita que a Igreja Católica irá aceitar suas palavras pela mediunidade?

Não tenho esta pretensão. Sabemos que tudo vai evoluir e que um dia, inevitavelmente, todos aceitarão a imortalidade com naturalidade, mas é demais imaginar que um livro possa revolucionar o pensamento da nossa Igreja. Acho que teremos críticas, veementes até, mas outros mais sensíveis admitirão as comunicações. Este é o nosso propósito.

É verdade que o senhor já tinha alguns pensamentos espíritas quando na vida física?

Eu não diria espírita; diria espiritualista, pois a nossa Igreja, por si só, já prega a sobrevivência após a morte. Logo, fazermos contato com o plano físico depois da morte seria uma conseqüência natural. Pensamentos espíritas não eram, porque não sou espírita. Sem nenhum tipo de constrangimento em ter negado alguns pensamentos espíritas, digo que cheguei a ter, de vez em quando, experiências íntimas espirituais.

Igreja - Há as mesmas hierarquias no mundo espiritual?

Não exatamente, mas nós reconhecemos os nossos irmãos que tiveram responsabilidades maiores e que notoriamente tem um grau evolutivo moral muito grande. Seres do lado de cá se reconhecem rapidamente pela sua hombridade, pela sua lucidez, pela sua moralidade. Não quero dizer que na Terra isto não ocorra, mas do lado de cá da vida isto é tudo mais transparente; nós captamos a realidade com mais intensidade. Autoridade aqui não se faz somente com um cargo transitório que se teve na vida terrena, mas, sobretudo, pelo avanço moral.

Qual seu pensamento sobre o papado na atualidade?

Muito controverso esse assunto. Estar na cadeira de Pedro, representando o pensamento maior de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma responsabilidade enorme para qualquer ser humano. Então fica muito fácil, para nós que estamos de fora, atribuirmos para quem está ali sentado, algum tipo de consideração.

Não é fácil. Quem está ali tem inúmeras responsabilidades, não apenas materiais, mas descobri que as espirituais ainda em maior grau. Eu posso ter uma visão ideológica de como poderia ser a organização da Igreja; defendi isso durante minha vida. Mas tenho que admitir, embora acredite nesta visão ideal da Santa Igreja, que as transformações pelas quais devemos passar merecem cuidado, porque não podemos dar sobressaltos na evolução. Queira Deus que o atual Papa Ratzinger (Bento XVI) possa ter a lucidez necessária para poder conduzir a Igreja ao destino que ela merece.

O senhor teria alguma sugestão a fazer para que a Igreja cumpra seu papel?

Não preciso dizer mais nada. O que disse em vida física, reforço. Quero apenas dizer que quando estamos do lado de cá da vida, possuímos uma visão mais ampliada das coisas. Determinados posicionamentos que tomamos, podem não estar em seu melhor momento de implantação, principalmente por uma conjuntura de fatores que daqui percebemos. Isto não quer dizer que não devamos ter como referência os nossos principais ideais e, sempre que possível, colocá-los em prática.

Espíritas no futuro?

Não tenho a menor dúvida. Não pertencem estes ensinamentos a nossa Igreja, ou de outros que professam estes ensinamentos espirituais. Portanto, mais cedo ou mais tarde, a nossa Igreja terá que admitir a existência espiritual, a vida depois da morte, a comunicação entre os dois mundos e todos os outros princípios que naturalmente decorrem da vida espiritual.

Quais são os nomes mais conhecidos da Igreja que estão cooperando com o progresso do Brasil no mundo espiritual?

Enumerá-los seria uma injustiça, pois há base em todas as localidades.
Então, dizer um nome ou outro seria uma referência pontual porque há muitos, que são poucos conhecidos, mas que desenvolvem do lado de cá da vida um trabalho fenomenal e nós nos engajamos nestas iniciativas de amor ao próximo.

Amor - Que mensagem o senhor daria especificamente aos católicos agora, depois da morte?

Que amem, amem muito, porque somente através do amor vai ser possível trazer um pouco mais de tranqüilidade à alma. Se nós não tentarmos amar do fundo dos nossos corações, tudo se transformará numa angústia profunda. O amor, conforme nos ensinou o Nosso Senhor Jesus Cristo, é a grande mola salvadora da humanidade.

Que mensagem o senhor deixaria para nós espíritas?

Que amem também, porque não há divisão entre espíritas e católicos ou qualquer outra crença no seio do Senhor. Não há. Essa divisão é feita por nós não pelo Criador. São aceitáveis porque demonstram diferenças de pontos de vista, no entanto, a convergência é única, aqui simbolizada pela prática do amor, pois devemos unir os nossos esforços.

Que mensagem o senhor deixaria para os religiosos de uma maneira geral?

Que amem. Não há outra mensagem senão a mensagem do amor Ela é a única e principal mensagem que se pode deixar. "


Livro: Novas Utopias

Autor: Dom Helder Câmara (espírito)

Médium: Carlos Pereira

Editora: Dufaux

site: http://www.editoradufaux.com.br

20 de mar. de 2011

O que é um Bágua e como funciona parte 2





Para você usar o seu Ba-guá pegue a planta de sua casa, escritório ou cômodo, depois sobreponha o mapa octogonal à planta; verifique onde fica a porta de entrada e alinhe este com o lado onde está a área de trabalho.

De acordo com os temas indicados pelo Ba-guá, você pode ativar ou energizar as áreas que deseja melhorar, mas é preciso entender a simbologia dos elementos e posicioná-los de forma correta.

Por exemplo a área do trabalho está ligada ao elemento água, traduzido por curvas, ondas, cores preto e azul escuro, vidros e espelhos .

O sucesso se relaciona com o elemento fogo, cuja forma é o triângulo e a cor vermelho.

A criatividade está relacionada com o elemento metal, a forma do círculo e a cor branco, cinza, pastel e assim por diante.

Esses símbolos são importantes porque, ao energizar aquela área apontada pelo Ba-guá, pode-se usar desde o elemento em si como a sua forma ou ainda juntar a forma e elemento.

Por exemplo a área do Sucesso pode ser ativada usando vasos em forma de cone, junto com um arranjo de flores vermelhas, que recebem diretamente a luz do sol, com a escultura de um animal que represente força como o Cavalo. Esse tipo de solução mista também vale para as cores e aromas.

Algumas dicas de simbologia, formas, cores e objetos para serem utilizados nas áreas do Ba-guá que indicam:

Família e Saúde:
- plantas saudáveis
- porta retratos da família
- flores, jardins naturais ou pôsteres, pinturas ou colagens
- itens nas cores azul e verde
- tecidos com estampa floral

Prosperidade - Abundância:
- sinos de vento
- objetos de arte, moedas, peças de valor
- itens nas cores azul, purpúra e vermelho
- rosas vermelhas
- água em movimento, fontes que simbolizam o fluxo abundante de dinheiro e prosperidade.

Sucesso - Fama:
- diplomas, prêmios
- coisas de origem animal como couro
- pôsteres, quadro, fotos e figuras de animais, luz do sol e celebridades famosas
- todos os tipos de iluminação, sol, velas, luza elétrica e lamparinas
- itens nos tons de preto, azul e verde.

Relacionamento - casamento:
- pôsteres, quadros, fotos que sugiram amor
- par de objetos como duas pessoas:
namorados, corações, símbolos do amor
- itens com cor vermelha, rosa, branco.

Criatividade - Filhos:
- brinquedos, bichos de pelúcia
- itens nas cores branco e pastel
- objetos com forma circular, oval ou em arco
- acessórios de metal: latão, alumínio, prata, ouro
- objetos como móveis, castiçais, porta retratos, jóias e lustres em metal
- coisas que estejam ligados às crianças e à criatividade.

Amigos e Viagens:
- imagens, fotos, quadros de guias espirituais, santos e anjos
- amigos, mentores na sua vida
- lugares especiais para onde você viajou ou para onde você deseja viajar
- itens nas cores branco, cinza e preto
- amigos como professores, mentores, benfeitores, clientes e funcionários.

Carreira e trabalho:
- água: fontes, cascatas, cachoeiras, aquários
- objetos de arte que representem rios, oceanos, lagos cachoeira, etc........
- imagens da carreira e símbolos
- itens na cor preto, cores escuras como azul marinho e cinza escuro
- formas arredondadas e livres.

Espiritualidade - Conhecimento e Sabedoria:
- livros e materiais de estudo
- fotos, quadros de montanhas e lugares calmos que inspirem meditação, contemplação ou repouso.

O centro do Ba-guá - é considerado uma área neutra. Está relacionado ao elemento terra, que corresponde a cor amarela as pedras da terra.

A forma é quadrada ou retangular.

O feng-Shui tem ferramentas básicas que são remédios comprovados para tratar, estabilizar, fortalecer e equilibrar o Chi dos seus ambientes.

Você pode selecionar estes itens para trabalhar na sua casa ou no trabalho quando estiver usando o mapa do Ba-guá.

Use a sua criatividade e estilo.

A cor também é considerada como uma energia Cósmica Chi e adicionando uma nova cor a um ambiente, estimulamos uma resposta negativa ou positiva.

As cores estão sempre vibrando à nossa volta, estamos condicionados cultural e simbolicamente a algumas associações que ela nos transmitem, algumas cores nos deixam felizes, outras tristes e outras ainda relaxam, pertubam ou nos energizam.

Se você entender a relação entre a cor e o ser humano, poderá enriquecer a sua vida. Usando-as conscientemente você vai poder melhorar o estado do Chi.

Vermelho - têm conotações de alegria; é considerado uma cor especial e de boa sorte. É uma cor muito poderosa, fonte de energia, estimuladora e uma forma de expelir o mau Chi.

Púrpura - é também uma cor anspiciosa. Diz-se que inspira respeito.
Púrpura simboliza nobreza, poder, riqueza e fortuna.

Amarelo- dá um sentido de tolerância, paciência e sabedoria das esperiências vividas.

Verde - representa tranquilidade, esperança frescor. Verde indica em Chi bom e saudável.

Azul - simboliza o verão, novo crescimento e esperança .

Preto - do lado positivo nos dá uma sensação de profundidade tanto nos sentimentos, quanto na perspectiva. No negativo indica falta de esperança e faz com que nos sintamos fracos e deprimidos.

Cinza - é como um melancólico dia nublado. Pode dar uma conotação de frustração e falta de esperança.

Marrom - nos dá a sensação de peso.
Está cor pode ser usada para criar estabilidade, simboliza profundidade e raízes.

Caramelo - representa o novo, um começo de sucesso. Nasceu novas possibilidades

Laranja - é a mistura do vermelho e amarelo, é uma cor muito favorável e com características das duas cores: felicidade e poder.

Rosa - representa o amor e os sentimentos puros, alegria, felicidade e romance.

Imagine-se sempre feliz, está é a regra mais importante, saiba manter a calma, controle os impulsos negativos e emita bons pensamentos, ou seja, a magia da boa intenção é que amplia os resultados. Assim, você será a melhor fonte de energias da sua casa.

Algumas dicas para você trabalhar melhor o seu Feng-Shui.

- Se você não puder ter um jardim, traga a natureza para dentro da sua casa. Animais e plantas trazem um bom Chi, devem ter atenções especiais para que estejam sempre saudáveis.

- Usar acessórios (molduras, espelhos) em forma de Ba-guá; comer ou beber em pratos e copos octogonais trazem benefícios do bom Chi.

- Em águas estagnadas é bom usar plantas aquáticas que vão transformar o mau Chi.

- A cabeceira da cama deve estar de preferência voltada para o norte. É bom lembrar que nunca deve estar com os pés para a porta.

- Usar insufilm na tampa do fogão na cozinha, que simboliza abundância e prosperidade.

- Sinos na porta de entrada são muito favoráveis, irão fortalecer o Chi da entrada evitar que energias negativas entre em seus ambientes.

- Cristais de quartzo limpam e recarregam a energia dos espaços.

- Paisagens campestres ou marinhas trazem uma sensação de profundidade. É uma boa sugestão para se colocar em frente à uma mesa de trabalho que está voltada para uma parede ou divisória.

- Pinturas, quadros com temas de violência, dor ou desespero devem ser evitados.

- Quadros com pôr do sol representam energia em decréscimo, enquanto que o nascer do sol será muito benéfico (levanta o astral).

- Na área da prosperidade, usar formas de água, pois é o símbolo da abundância. Usar também flores vermelhas, bambus e trepadeiras (planta com crescimento vertical e rápido).

- Se você quiser melhorar as finanças, plantar flores vermelhas ou arbustos na área da abundância e prosperidade.