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17 de dez. de 2011

Maias previam retorno de um deus em 2012, e não o fim do mundo, diz estudo


As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.

Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.

A data de 21 de dezembro de 2012 citada nas inscrições do povo indígena maia gerou diversas especulações sobre supostas "profecias maias do fim do mundo", versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas.

Segundo os especialistas, os maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.


 Representações gráficas do deus maia Bolon Yokte

Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro "seria investida a deidade Bolon Yokote", um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.

O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.

O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam "preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse".

Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.

"A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação", comentou Gronemeyer.

O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, "as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios".

"Na antiga concepção maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos", acrescentou Velásquez.


Fonte: Folha de São Paulo. Maias previam retorno de um deus em 2012, e não o fim do mundo, diz estudo. Acesso em: 01/Dez/2011. Disponível em:

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1014810-maias-previam-retorno-de-um-deus-em-2012-e-nao-o-fim-do-mundo-diz-estudo.shtml

5 de dez. de 2011

Nasa confirmar a existência do primeiro planeta habitável numa região fora do sistema solar.






No início deste ano, cientistas franceses confirmaram a existência do primeiro planeta fora do sistema solar a atender às exigências para a manutenção da vida, conhecido como Gliese 581d, mas o Kepler 22b, visto pela primeira vez em 2009, foi o primeiro cujas características puderam ser confirmadas pela agência espacial norte-americana.
A confirmação significa que os astrônomos viram o planeta cruzar a frente de sua estrela três vezes.
"A fortuna sorriu para nós com a detecção do primeiro planeta", disse William Borucki, principal pesquisador do Kepler no Centro de Pesquisas Ames, da Nasa.
"O primeiro trânsito foi capturado apenas três dias depois de termos declarado o telescópio pronto operacionalmente. Nós testemunhamos a definição do terceiro trânsito durante o período de férias de 2010."
O Kepler-22b está há 600 anos-luz de distância e é maior do que a Terra. O planeta tem uma órbita de 290 dias ao redor de sua estrela.
A Nasa também anunciou que o Kepler descobriu mais de 1.000 planetas com potencial de abrigar vida, duas vezes o número previamente localizado, segundo uma pesquisa que está sendo apresentada numa conferência realizada na Califórnia nesta semana.
O Kepler é a primeira sonda espacial da Nasa que procurar planetas semelhantes à Terra que orbitem sóis similares aos nossos. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Site Yahoo.

3 de dez. de 2011

Astrônomos encontram 18 planetas fora do Sistema Solar

Alguns astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, revelaram a descoberta 18 novos planetas fora do Sistema Solar. De acordo com os estudiosos, este é o maior número de planetas fora do Sistema Solar encontrados de uma só vez. 

Até este momento foram mais de 1,2 mil possíveis novos planetas encontrados por sondas que ainda precisam ser confirmados por estudiosos.

Nessa pesquisa divulgada em uma edição especial da revista "The Astrophysical Journal", todos os exoplanetas possuem uma massa compatível com a de Júpiter e orbitam a distâncias parecidas com a Terra em relação ao Sol. Foram pesquisadas ao todo 300 estrelas.
 
Como método para encontrar novos planetas, os astrônomos buscam por estrelas com pertubações no brilho, que podem ser traços de astros que orbitem ao seu redor.
 
Os autores da pesquisa confiam que os novos planetas reforçam a ideia de que planetas podem ser gerados a partir de discos de poeira e gás ao redor das estrelas em formação. Eles ainda dissertam que é possível que o tamanho da estrela determine planetas maiores ou menores.
Até o momento o número de exoplanetas conhecidos e confirmados já ultrapassou 600.

Fonte:Redação SRZD | Ciência e Saúde | 03/12/2011 11h48

6 de nov. de 2011

Médicos veem rosto humano em ultrassom de tumor,coincidência?



Um exame de ultrassom causou espanto a dois médicos da Universidade Queen, em Ontário, no Canadá. 
Ao analisar o exame do tumor de testículo de um homem de 45 anos, eles se depararam com uma imagem que mostra algo semelhante a um rosto humano com aparência assustada.
Médicos enxergaram rosto assustado em ultrassom de tumor testicular

“Enquanto analisávamos o exame, os residentes e o pessoal médico se surpreenderam ao ver o contorno de um rosto de um homem olhando para o alto, com a boca aberta como se estivesse experimentando dores fortes”, escreveram os médicos Greg Roberts e Naji Touma na revista científica “Urology”.

O artigo ganhou o nome de “A face da dor testicular: uma surpreedente descoberta em uma ultrassonografia”. “Houve um breve debate sobre se a imagem podia ser de uma divindidade (talvez Min, o deus egípcio da virilidade masculina); no entanto, ficou estabelecido por consenso que se tratava de uma mera coincidência mais do que uma proclamação divina”, concluíram os médicos.

Fonte: Por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo! Notícias – qui, 3 de nov de 2011

9 de set. de 2011

Sonda descobre novo planeta.

Astrônomos descobriram a presença de um planeta que ainda não pode ser visto da Terra, mas sua existência pode ser explicada a partir de um fenômeno comprovado.O planeta Kepler-19b (que é possível ver) apresenta uma órbita irregular. Girando em torno da estrela Kepler-19, ele não se movia na velocidade prevista pelos cientistas. A explicação para a translação incomum só pode ser uma: a presença de um outro planeta a reboque, (mesmo que não possa ser visto). O "planeta invisível" foi batizado de Kepler-19c. Esse sistema solar fica a mais ou menos 650 anos-luz do nosso.Netuno foi descoberto de maneira semelhante. A órbita de Urano não fez o trajeto previsto, e os astrônomos procuraram por outro planeta que estivesse na mesma área."Esse método é uma grande promessa para encontrar planetas que não seriam encontrados de outra maneira", disse o astrônomo de Harvard David Charbonneau, participou das pesquisas.


Fonte:Redação SRZD | Ciência e Saúde |

26 de ago. de 2011

Planeta feito de 'diamante' é descoberto por cientistas


 
No centro, em azul, está o pulsar; o ponto amarelo à direita, dentro da órbita, é o planeta que os cientistas acreditam ser feito de diamante. (Crédito: Science)


Uma equipe internacional de astrônomos australianos, descobriram um possível planeta feito de diamante, segundo a matéria divulgada na revista Science e na reportagem do site "G1". A localização do "brilhante", está próximo a um pulsar, estrela com muita massa e com apenas 20 quilômetros de diâmetro, mais ou menos o tamanho de uma cidade.
Batizado como PSR J1719-1438, o pulsar consegue girar 10 mil vezes em torno do seu eixo por minuto. A chance de "piões de luz própria" como esse terem uma companheira é de 70%.
A cerca de 4.000 anos-luz da Terra, ou  cerca de um oitavo da distância entre a Terra e o centro da Via Láctea, o planeta "brilhante" é provavelmente remanescente de uma estrela que já foi gigantesca, mas que perdeu suas camadas externas para a estrela que orbita.
Por ser tão denso cientistas calculam que o carbono dever ser cristalino, ou seja, grande parte de sua composição deve ser realmente de diamante, por ser tão denso. Segundo os astrônomos, as mudanças provocadas nos pulsos de rádio pela presença do planeta também informaram sobre a composição do astro, como por exemplo, eles sabem que a companheira do pulsar não pode ser feita de hidrogênio ou hélio.
O planeta deve ter menos de 60 mil quilômetros de diâmetro, valor cinco vezes maior do que o da Terra, mas sua massa é maior que a de Júpiter.  
Tanto a estrela quanto o planeta pertencem à Via Láctea e se encontra na direção da constelação da Serpente, possuindo uma distância entre si no entorno de 600 mil quilômetros, valor menor que o raio do Sol.
Segundo um dos cientistas, bem Stappers, da Universidade de Manchester, "Em termos de do seu aspecto, não sei nem se eu posso especular. Não Imagino que uma imagem de um objeto muito brilhante seja o que estamos vendo aqui", disse à revista Science.

 Fonte:Redação SRZD | Ciência e Saúde |

19 de ago. de 2011

Chama da vela contém milhões de diamantes:

O químico Wuzong Zhou descobriu que dentro da chama de cada vela milhões de diamantes são produzidos por segundo


O químico Wuzong Zhou descobriu que dentro da chama de cada vela milhões de diamantes são produzidos por segundo (Universidade de St Andrews )

A chama de uma vela gera 1,5 milhão de nanodiamantes por segundo. A descoberta foi feita pelo cientista Wuzong Zhou, professor de química da Universidade de St Andrews, Inglaterra, e pode ajudar na fabricação de diamantes mais baratos e sustentáveis.

Zhou conseguiu amostrar partículas da chama e encontrou todas as quatro formas conhecidas de carbono: diamante, grafite, fulereno (moléculas de carbono dispostas na forma de um icosaedro, poliedro de 20 faces) e carbono amorfo (moléculas de carbono sem forma definida). "Isso é surpreendente porque cada forma do carbono é normalmente criada sob diferentes condições e não no mesmo lugar, como observamos na vela", diz o pesquisador.


Já se sabia que hidrocarbonetos existiam na base da chama da vela e eram convertidos em dióxido de carbono no topo. Mas os processos intermediários permaneciam desconhecidos. A descoberta nasceu graças a uma provocação. Zhou diz que foi instigado por um colega. "Ele me disse: 'É claro que ninguém sabe do que é feita a chama da vela.'", conta Zhou, em um comunicado na página da universidade. "Decidi aceitar o desafio."
Zhou descobriu então que nanopartículas de diamante e fulereno se formam no centro da chama, junto com grafite e carbono amorfo. Descobriu também que as nanopartículas de diamante queimam rapidamente no processo e são logo convertidas em dióxido de carbono - um desafio para o aproveitamento do material. De qualquer forma, a descoberta de Zhou pode ajudar cientistas a entender como fabricar diamantes de forma mais eficiente.

9 de ago. de 2011

Cientistas encontram elementos de DNA em meteoritos

Meteoritos ricos em carbono apresentam alguns elementos básicos de DNA, de acordo com uma nova pesquisa divulgada nesta semana. O estudo confirma a hipótese que aponta que a vida na Terra poderia ter vindo do espaço.

A pesquisa foi publicada na recente edição dos Anais da Academia Americana de Ciências de 8 a 12 de agosto. Os cientistas haviam encontrado elementos de DNA em meteoritos desde os anos 60, porém não tinham certeza se a criação ocorrera no espaço ou era resultado de uma contaminação ao entrar em contato com a vida na Terra.
O estudo recente comprova que nucleobases chegaram realmente à Terra em meteoritos, em grande quantidade e diversidade, aumentando o número de indicações, que mostram que as reações químicas no interior dos meteoritos e nos cometas podem produzir elementos essenciais de moléculas biológicas.

Fonte:Redação SRZD | Ciência e Saúde | 09/08/2011 16h43

5 de ago. de 2011

A existência de água líquida na superfície de Marte e o Espiritismo:



A Nasa (agência espacial americana) confirmou, nesta quinta-feira, dia 03/08/11 ter evidências de água líquida na superfície de Marte.
Os dados foram coletados pela sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) durante os meses mais quentes do planeta vermelho --na primavera e no verão."[A descoberta] 
 reafirma Marte como um importante destino para a exploração humana no futuro", comentou o administrador da Nasa, Charles Bolden.
A água líquida aparece em encostas voltadas para o hemisfério sul de Marte.

Vejamos o que tem a Doutrina Espirita a ver com essa noticia:


Sabemos que Jesus afirmou: "Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. - S. JOÃO, cap. XIV, v. 2". E Kardec esclareceu: "A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos." Mas, todos os mundos? Sim, a resposta está na questão 55 do Livro dos Espíritos: São habitados todos os globos que se movem no espaço? "Sim e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição..." Uma tarefa difícil para os espíritos esclarecidos é nos mostrar como a pluralidade dos mundos habitados é grandiosa. Vamos nos colocar no lugar deles. Basta nos imaginar tentando explicar o que é um computador e a Internet para um contemporâneo de Kardec ou um simples rádio para um irmão da corte de Napoleão, ou ainda mais difícil, a um Espartano. Assim é a dificuldade de um Espírito elevado nos descrever um mundo superior.
Após as recentes expedições e descobertas revelando água na Lua, e registro de vida bacteriana no passado longínquo de nosso vizinho Marte, nos questionamos: - E a Doutrina Espírita, o que revela e esclarece sobre essa questão ?
Sobre o dito estado inferior da vida em Marte, mencionado no Boletim n.303 são necessários alguns esclarecimentos. Ao dizer que Kardec afirma que Marte tem vida menos evoluída que a Terra, o autor certamente refere-se à nota da questão 188 do Livro dos Espíritos, na qual Kardec comenta, no rodapé, que: "Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos de habitantes menos adiantados, física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, sendo-lhe Júpiter superior de muito, a todos os respeitos..." .
Kardec, no seu bom senso, foi prudente em utilizar a forma verbal imperfeita do condicional "lhe estaria", e em usar a referência "Segundo os Espíritos", não atribuindo, assim, certeza a tal revelação. Portanto, não era um postulado definitivo dele e nem daqueles que constituem a falange do Espírito de Verdade, os autores das respostas existentes no corpo do Livro dos Espíritos.
A Literatura espírita, em diversas fontes, afirma e descreve o Planeta Marte como um irmão mais velho e mais evoluído e com vida bem mais adiantada que a nossa. Cito algumas destas referências: a.. Humberto de Campos - Francisco Cândido Xavier, no livro Novas Mensagens, capítulo intitulado Marte, da FEB, 1939.
b.. Emmanuel - Francisco Cândido Xavier, no livro Emmanuel, parte introdutória A Tarefa dos Guias Espirituais, da FEB, 1938. c.. Francisco Cândido Xavier, o livro ditado por sua mãe, Cartas de uma Morta, Ed. LAKE.
d.. Ramatis - Hercílio Maes, em Vida no Planeta Marte, da Livraria Freitas Bastos, 1955, o mais detalhado de todos, descreve minuciosamente a sociedade, a ciência, a educação, o governo, a vida animal e vegetal, o corpo físico, a medicina, a cultura, a alimentação, o desenvolvimento tecnológico e até as naves interplanetárias marcianas, entre outros.
Se realmente existe vida superior em Marte, por que não foi feito contato oficial deles para conosco? Por que os astrólogos sempre se referem a Marte como um planeta de influência bélica? Por que só vemos um deserto frio nas expedições feitas recentemente? Eis as respostas dadas pela literatura espírita: os marcianos, como portadores de um estado moral mais evoluído, e vivendo em uma sociedade espiritualizada, estão conscientes de que ainda não devem estabelecer um contato oficial com a Terra, pelo fato dela ainda estar envolvida em um ambiente belicoso. A tecnologia deles poderia ser usada como arma de dominação e guerra se estivesse em nossas mãos. Mas, eles anseiam por nos ajudar mais diretamente. Atualmente, a ajuda tem sido mais magnética e/ou missionária, através do reencarne de alguns deles entre nós.




2 de ago. de 2011

Moléculas de oxigênio são detectadas no espaço


Cientistas usando o Observatório Espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), confirmaram a descoberta de moléculas de oxigênio no espaço. As moléculas foram identificadas no complexo formador de estrelas da constelação de Órion. Átomos individuais de oxigênio no espaço são comuns, especialmente em torno de estrelas de grande massa. Mas moléculas de oxigênio, que compõem cerca de 20% do ar que é respirado na Terra, até agora não haviam sido descobertas fora do planeta.
“O gás oxigênio foi descoberto nos anos 1770, mas foram precisos mais de 230 anos para que finalmente pudéssemos dizer que essa molécula tão simples existe no espaço”, disse Paul Goldsmith, chefe da colaboração norte-americana à missão no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.

Os cientistas estimam que o oxigênio esteja preso em gelo que cobre minúsculos grãos de poeira. O oxigênio teria sido formado depois que a luz da uma estrela aqueceu os grãos gelados, liberando água e, consequentemente, as moléculas de oxigênio.


A análise espectral feita pelo grupo não identificou grandes quantidades de oxigênio, mas os pesquisadores estimam que a forma molecular deva ser abundante no espaço – ainda que escondida em grãos de poeira gelados, como os que foram avaliados no estudo.


Mais informações:
www.esa.int/SPECIALS/Herschel/index.html